Somos camponeses de uma realidade onde em todos lugares são encontrados defeitos nossos. Mas, muitas das vezes, somos iludidos pela falta de temperança nas aparências.
Encontramos um pouco de nós mesmos em nossos amigos, menos quando fantasiamos o nosso verdadeiro eu e substituímos a verdadeira face da afeição,pelas máscaras. Poderemos repensar nossos valores e mudar, mas de mesmo modo sempre teremos a nossa essência.
Quando escolhemos para nossa vida amizades que enfraquecem nosso coração com drogas que viciam e proíbem-nos de viver na prosperidade estamos decididos a morrer sem justa causa; aceitamos a matar sonhos e fantasias e largar a esperança; deixá-la ao léu... Onde aos poucos a traça corroerá e destinará-a à inexistência.
Nem sempre somos perfeitos na seleção do que nos é essencial. Julgamos as pessoas como má companhia por seu modo de ser não nos convém ou até mesmo por seus atos, ou por apenas acharmos-a ter um jeito estranho(curioso).
Certamente, em algumas fases estaremos corretos; mas haverá momentos em que estaremos sujeitos a falhas, erros. Reais amigos aqueles que não falsificam a verdade para nos ver sorrir; afinal será um sorriso sem profundidade, sem sentimentos. O caminho que desejamos seguir nem sempre é o melhor, por isso pedimos o consentimento daqueles com quem compartilhamos nosso cotidianos, nossos mais profundos segredos; aqueles que estão dispostos a pensar dias em uma solução.
Nos é dado a palavra: escolha. Pare, pense e decida quem são aqueles que fazem-lhe feliz.
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